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Analise – BATS: Bloodsucker Anti-Terror Squad

Uma singela homenagem aos anos 80

BATS: Bloodsucker Anti-Terror Squad, desenvolvido pela Ritual Games, é uma homenagem aos arcades, trazendo uma jogabilidade frenética e muito sangue (afinal, é um jogo de vampiros). Cheio de referências em forma de paródia aos clássicos dos anos 80, como G.I. Joe e Drácula, o game tenta passar a sensação de um arcade da época; isso é atingido, mas talvez não da maneira esperada.

História e jogabilidade

Um dia, quando toda sua equipe é capturada pela Sting, uma organização do mal comandada por Scorpion, o Conde Bloodvayne fica encarregado de resgatar sua equipe de vampiros e derrotar a organização maligna. Simples, direto e com uma ou duas cenas antes de começar a partida, como alguns arcades famosos por comer muitas fichas dos jogadores, BATS segue esse padrão (se fosse contabilizar o que gastei em “fichas”, eu com certeza teria falido).

Com apenas 5 estágios, onde vamos resgatando um a um os membros da BATS, devemos ir atrás do Scorpion por último. Parece um jogo curto, e de fato é, mas a dificuldade dele ajuda a prolongar a jogatina, mas de maneira nada satisfatória.
Com apenas 3 botões de ação (pular, atacar e esquivar), o jogo tem uma ideia bem simples, mas uma execução complicada, já que sua vida, esquiva e ataques especiais saem todos da barra de sangue, e um único dano pode drenar tudo o que juntou durante o estágio, impedindo que você desvie e o próximo golpe seja fatal. O fato de ser um jogo que não permite erros acaba deixando a experiência bem frustrante, uma vez que qualquer movimento errado pode custar caro e te fazer voltar uma tela inteira; entretanto, felizmente, cada cenário não é muito grande e marca um checkpoint em cada tela nova. Porém, caso você saia dela, vai ter que começar tudo de novo. (Descobri isso da pior maneira possível, quando o jogo travou algumas vezes.)
BATS conta com um modo speedrun e um modo boss rush, esse último sendo liberado apenas após terminar o jogo toda vez que quiser jogar, pois o jogo salva antes do último estágio.

Gráficos e trilha sonora

Fazendo jus ao seu estilo clássico (e com uma grande inspiração dos indies), BATS é baseado no estilo pixel art 16 bits, mas não tem nada que salte os olhos. Se fosse para destacar algo, eu diria que o background é bem detalhista.

A trilha sonora, por sua vez, é o ponto mais fraco; não tem variedade e é totalmente esquecível, parece que você está jogando sempre a mesma fase, de novo e de novo (e essa repetição vai acontecer mesmo), mas os efeitos sonoros dos golpes ou de quando você faz um combo ajudam na imersão, com sons de gritos e corpos sendo dilacerados.

Veredito
Com uma premissa boa, mas mal executada, BATS: Bloodsucker Anti-Terror Squad tenta ser frenético e cheio de ação, mas acaba sendo frustrante e monótono. Serviu muito bem como paródia aos esquadrões de ação, porém, como jogo, é medíocre.
Prós
Vários personagens
Comédia simples, parodiando clássicos
Contras
Gameplay frustrante
Curto
Problemas de desempenho
Nenhum fator de replay relevante
5
Comentários