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Análise – Battle Chasers: Nightwar

Das HQ’s para os consoles, Battle Chasers: Nightwar vem agregando mais valor a lista de RPG’s do hibrido da Big N.


-O Enredo

Gully é uma garota de 10 anos que herdou as poderosas manoplas de Aramus, seu pai. Com a proteção de Garrison, Knolan, Callibretto e Monika das forças que querem os poderes da manopla,  o grupo segue para a região da Ilha do Crescente, onde Knolan acredita ter uma vasta reserva de Mana —fonte da magia e tecnologia do mundo— que pode ajudar em seus estudos e na jornada do grupo.

Simples mas cheia de detalhes graciosos, a historia de Battle Chasers se desenrola primorosamente bem contada. A lore do jogo é bem rica, e por diversos momentos ocorrem diálogos únicos entre os personagens —as vezes durante eventos ou mesmo passando a noite numa pousada.


-A Jogabilidade

Battle Chasers é um JRPG à moda antiga com batalhas de turno. As lutas não são aleatórias e podem ser evitadas —vai depender da habilidade do jogador— algumas delas podendo até mesmo serem seguidas, não dando tempo de recuperar HP/Mana entre elas.

Em batalha, cada aliado/inimigo aguarda sua vez para atacar e uma lista no lado esquerdo da tela mostra a ordem em que cada um vai agir. Algumas ações tem efeito imediato, outras levam tempo para recarregar — a lista vai mostrar a alteração na fila de ataque—.

Em diversos momentos o jogo dá opções ao jogador (não jogue a placa do encantador na lama. Eu sei que é tentador, mas não faça!) similar ao RPG de mesa, podendo causar uma batalha imediata, um bonus num status ou até mesmo uma consequência futura.

Tanto no dock quanto no modo portátil, os controles respondem bem e sem atraso (se bem que o jogo não requer comandos rápidos…).


-O Visual

Muito bem desenhado, tanto os sprites de personagens/inimigos quanto as artworks são um show para os olhos. O bestiário tem um charme aparte, pois todos os inimigos tem seus sprites 3D em evidencia, podendo inclusive girá-los para melhor visualização.

A intro do jogo foi toda feita em animação estilo anime, e durante a historia acontecem varias cenas com slides —similar a 1ª imagem dessa análise — que lembram muito a própria HQ.

O jogo está localizado em Português do Brasil —excluindo a dublagem, que esta em inglês—, incluindo todo o bestiário, itens e historia. É muito bom ver que a THQ deu essa atenção os Tupiniquins.


-Os Extras

O jogo possui vários extras interessantes:

  • Perks individual para cada personagem;
  • Perks coletivo como bonus de caçada;
  • Bestiário de 152 inimigos com todos os detalhes de status, drops e infos;
  • Sistema de “craftagem”
  • Modo arena in-game com muitos itens de prêmios;
  • Mini-game de pesca com um “peixário” de 31 peixes diferentes;
  • New game+, aumentando ainda mais o pós-game;

 

Como nem tudo são flores, toda essa maravilha vem acompanhada de loadings pesadíssimos, tanto para iniciar o jogo como para entrar em batalhas/entrar em novas áreas. Mas acredito que com patch’s, isso possa ser corrigido.

O jogo foi gentilmente concedido pela THQ Nordic para esta análise.
(The game was kindly granted by THQ Nordic for this review.)
“imagens retiradas da internet”
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