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Análise: Diablo 3 Eternal Collection

Diablo 3: Eternal Collection é um pacote com todas as expansões e atualizações de Diablo 3 fazendo desta uma versão completa do título para o Switch. Para os que desconhecem a série, Diablo têm uma jogabilidade simples de ser descrita que também é viciante e conta com uma longevidade que pode durar centenas ou milhares de horas devido ao seu conteúdo praticamente interminável.

A jogabilidade pode ser resumida em explorar cavernas, calabouços e as diferentes regiões do jogo em busca de tesouros e monstros para matar. Estes, por sua vez, derrubam equipamentos que tem suas características randomizadas, garantindo que exista uma variedade infinita de equipamentos para se obter. Uma vez que se obtêm esse equipamento e melhora-se seu personagem, novos cenários são abertos e é possível derrotar monstros mais fortes que, por sua vez, permite obter equipamento ainda melhor. É um ciclo inteligente, viciante e que qualquer progresso, seja de 10 minutos ou algumas horas, é facilmente perceptível.

A descrição acima é uma simplificação extrema da jogabilidade e não implica que a mesma seja simples ou pouco desafiadora. Diablo 3 conta com vários modos de jogo e cerca de 15 níveis de dificuldade, o que deve agradar desde os veteranos mais fanáticos até aqueles que não tem experiência nenhuma com a série ou com o gênero.

Os modos principais de jogo consistem na campanha, modo aventura e os Challenge Rifts. A campanha traz a história principal do título e é o modo mais recomendado para iniciantes, onde podem aprender gradativamente como funcionam as diferentes mecânicas e as particularidades de seu personagem. O modo aventura já traz todas as mecânicas de jogo liberadas e coloca o jogador para explorar os cenários do jogo com foco em encontrar tesouros e criaturas especiais. Este, por sua vez, já é mais recomendado para aqueles que já tem experiência com o gênero ou já terminaram a história principal. Por último, os Challenge Rifts são as fases mais desafiadoras do jogo e que é o principal modo de jogo voltado para os veteranos. Junto aos três modos de jogo, ainda existem as temporadas dentro do jogo, onde é possível obter equipamentos exclusivos ao se realizar tarefas especiais.

Todos esses modos e níveis de dificuldade podem ser aproveitados utilizando de diferentes personagens criados pelo jogador, sendo possível optar por sete diferentes classes. A classe monge, por exemplo, tem ataques de curta distância e com alto poder de ataque. A classe caçador de demônios, utiliza de armadilhas e agilidade para destruir grupos inteiros de monstros. Mesmo personagens na mesma classe podem ser drasticamente diferentes devido aos equipamentos únicos que cada um carrega e ao conjunto de habilidades que o jogador optar por utilizar. Além disso, cada classe tem certo conteúdo exclusivo em cada um dos modos de jogo, fazendo com que cada aventura tenha algumas novidades.

Diablo 3 tem um conteúdo praticamente interminável e que pode render centenas ou milhares de horas de jogo e, felizmente, a portabilidade do Switch permite que o jogador possa aproveitar o título em intervalos rápidos ou durante longas sessões, sendo esta a principal vantagem da versão de Switch sobre as demais. Assim como as outras versões, é possível jogar com amigos localmente ou pelo online. Em minha experiência de jogo, o desempenho da versão de Switch também se manteve perfeitamente estável, no entanto, há diversos relatos de jogadores mais avançados que o console sofre em acompanhar toda a ação nos níveis mais difíceis e caóticos.

Jogo analisado com código fornecido pela Blizzard.

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