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Análise – Metropolis: Lux Obscura

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Fazia alguns dias que eu não jogava puzzle no meu Nintendo Switch, e Metropolis: Lux Obscura foi uma oportunidade que quis dar ao gênero que pega mais o lado “Candy Crush” do gênero. É o modo mais fácil que uso pra descrever o jogo, que até possui uma história como background para justificar as “lutas” usando o mesmo modelo dos doces.

Bem no estilo Sin City, em Metropolis você age através de um protagonista violento, que não tem nada a perder e faz alguns trabalhos “sujos” em troca de alguns trocados na cidade. A história que possui quatro finais diferentes dependendo de suas escolhas têm início quando uma garota de um clube de strip lhe pede carona para a casa de um senador e o fim disso não é muito agradável (não darei spoilers aqui).

Partindo para a parte técnica do jogo, a arte é muito bem trabalhada e lembra bastante aquele gráfico clássico de Sin City – como citei anteriormente – e a nudez que se fez necessária para a história mais madura não chega ser apelativa demais e nem presente o tempo inteiro. Outro ponto positivo do jogo fica por parte da dublagem, que foi muito bem feita e possui uma boa harmonia com os efeitos de som do cenário (porradas, batidas, tiros e os demais sons ambientes).

Bom, quanto ao gameplay temos aqui um típico “mova e unte três para quebrar” em teoria, na prática porém, o jogo te restringe a movimentar de forma horizontal e vertical os itens que vão de socos à correntadas e chutes, podendo te penalizar caso faça combinações usando distintivos da polícia. Aqui a dica é combinar o maior número de itens ofensivos equilibrando também os kits médicos pata não sofrer tanto dano após alguns turnos para derrotar seus inimigos. Ao fim de algumas batalhas, você possui opção de adicionar alguns bônus que visam te ajudar em futuras lutas.

Para avançar na história do jogo, basta olhar no mapa o local que está em destaque (colorido). Não espere algo muito bem trabalhado e grande, a história mesmo com vários finais é relativamente bem curta e não possui muitas fases ou modos alternativos de jogo: você zera e precisa começar de novo em outro save para tentar achar os demais finais – nada de fator replay tão apelativo fora disso.

70%
Legal

Veredito

Metropolis: Lux Obscura conta com uma boa arte gráfica e historinha curta para justificar as lutas em seu background, mas não é nada que vá te surpreender como puzzle. Vale mesmo pelos bons tempos de Sin City, porém fica devendo em trazer mais conteúdo pós-game ou até mesmo algum modo que justifique o fator replay.

  • Total

– A produtora Ktulhu Solutions concedeu gentilmente este jogo para esta análise.

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