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Análise Shining Resonance Refrain

8

Um novo RPG é sempre bem vindo e a SEGA novamente trás uma grata surpresa para o nosso querido Nintendo Switch, vamos descobrir se essa surpresa agrada aos fãs do gênero.

Algo que precisa ser citado logo de cara é que a SEGA manteve a tradição e trouxe uma excelente trilha sonora que vai satisfazer bastante qualquer pessoa que se aventurar nesse mundo.

Assim posso começar a falar do jogo em si, tudo começa com um jovem preso em uma cidade e que termina sendo resgatado por duas moças encantadoras. Logo se descobre que o rapaz na verdade é um poderoso ser do passado e que dentro dele mora a resposta para os problemas que ocorrem no mundo.

Eu sei o que você está pensando nesse momento, o jogo entrega toda a historia logo de cara, a resposta é sim. O enredo conta com vários clichês dos jogos japoneses e isso foi algo que me desagradou um pouco, todavia a historia é bacana ainda que inicialmente não seja o ponto alto.

Algo que ficou bom foi a arte do jogo que é bem bonita e dependo do lugar que você estiver ela é super bem feita, ocorre que, em alguns lugares os cenários não fazem jus a qualidade da arte sendo bem pobres.

O titulo se caracteriza sendo um RPG com batalhas no estilo da serie “Tales of”, ou seja, as batalhas são em modo ação e todos os comandos do personagem são em tempo real. Isso foi bem legal, pois deixa mais dinâmico e as batalhas ficam mais agradáveis para as pessoas que não são familiarizadas com os RPGs de turno.

O jogo é um Remaster do mesmo titulo lançado para o PS3 somente no japão, além de traduzir, a desenvolvedora adicionou um modo “Refrain” onde coloca uma historia nova e novos personagens, também foi adicionado todos os DLCs ao remaster.

Com todo esse conteúdo passei literalmente dezenas de horas para conseguir completar tudo, isso é bem interessante uma vez que para que você não ficasse cansado de batalhas repetitivas cada personagem tem seu próprio estilo de luta. Achei isso super legal uma vez que nem mesmo a serie Tales fez isso, todos os personagens lá só mudam as técnicas e são exatamente iguais. Em Shining Resonance Refrain a cada troca vamos perceber uma grande diferença.

Algo que me incomodou bastante é um erro bobo, nenhum menu pode ser selecionado com o analógico, somente o direcional pode ser utilizado. Simplesmente depois que você entra em menu o analógico é desligado, demorou um tempo para me acostumar com isso.

Ainda que a historia tenha vários clichês ela se torna boa com o tempo e tem alguns excelentes momentos. Existem muitas side quests que variam de qualidade, mas acrescentam bastante.

Ainda há um sistema para desenvolver sua afinidade com os personagens do grupo e isso trás vantagens.

Shining Resonance Refrain foi uma boa experiência e recomendo para qualquer fã de RPGs que esteja com bastante tempo. Mesmo com alguns defeitos ele é divertido se jogado com compromisso.

75%
Bom

Um bom jogo cheio de qualidades, todavia uma produção maior seria bem vinda, principalmente por ser tratar de um remake. Mesmo com todos os pormenores os fãs de RPG tem um bom titulo para aproveitar.

  • Total
O jogo foi gentilmente concedido pela SEGA para esta análise.
(The game was kindly granted by SEGA for this review.)

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8 Comentários em "Análise Shining Resonance Refrain"

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Dilios
Amiibo

Na verdade não é um remake, mas sim a remasterização de um título que saiu para PS3 no final de 2014 no Japão.

Rockeiro
Amiibo

Contras: “Menus sem poder usar o analógico”

Sério que isso é um contra do jogo?? Ainda bem que nunca me baseei em análises para jogar qualquer jogo.

Emissario
Amiibo

Tá aí um jogo que eu estava afim de pegar, mas depois que joguei a demo desisti. Achei chato demais.