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Switch Online – Tudo tem seu valor

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Depois de duas gerações ofertando experiências online gratuitas, a Nintendo anunciou em janeiro de 2017 que seria necessário pagar para usufruir de alguns serviços no Switch. Depois de um período beta de 18 meses, finalmente veremos o serviço lançar em setembro deste ano. Mas será que a assinatura valerá a pena?

O texto a seguir reflete a opinião do redator e não necessariamente a opinião geral do site. O Switch Brasil apoia a liberdade de expressão sobre assuntos pertinentes ao universo dos games. Caso queira expressar a sua, sinta-se livre para utilizar os comentários e nosso forum.

O serviço oferecido

O carro chefe do serviço é algo que já está disponível durante este período inicial teste, e que sempre foi gratuito desde 2005, no DS: Jogatina online. Cobrar por este serviço não é novidade, afinal a Microsoft vem fazendo isso desde 2002 e a Sony desde 2013, mas é a primeira vez que a Nintendo entra na brincadeira.

Eu não sou contra cobrar por online. O prospecto de ter um serviço melhor é animador, já que sempre fomos assombrados por péssimas conexões, matchmaking inconsistente e a falta de um serviço padrão de comunicação entre jogadores nas gerações anteriores. A Live é paga desde seu lançamento em 2002 e a justificativa para isso sempre foi um serviço confiável e de melhor qualidade, rodando em servidores parrudos que, obviamente, custam caro.

Mas é aí que vem minha preocupação: Será que a Nintendo tem o know-how para desenvolver um serviço bom ao ponto de cobrar seus usuários por isso? Temos que dar o voto de confiança à empresa, mas eu entendo que ela reservou 18 meses para que pudéssemos testar e verificar a qualidade nós mesmos, e sinceramente eu não posso dizer que ela satisfez.

Primeiramente, o Switch ainda não oferece paridade de recursos básicos com serviços que estão a 16 anos no mercado, alguns inclusive gratuitos. Não há usernames para adicionar seus amigos e também não há um sistema de mensagem e conquistas globais. E o que é pior: Alguns recursos básicos, como criação de salas e chat por voz, estão delegados a um aplicativo de smartphone do qual eu não achei sequer uma crítica positiva pela internet. Se esses 18 meses vem sendo um beta para o serviço, é como se a Nintendo tivesse ignorado todo o feedback de seus usuários. A situação só fica pior ao saber de que o DS permitiam chat diretamente do console, e o Wii U permitia adicionar pessoas por usernames.

Segundo, não sabemos se esses servidores e a estrutura de conexão será realmente boa. A Nintendo tem uma história muito flutuante no assunto. Se por um lado jogos como Mario Kart 8 funcionam relativamente bem, títulos como Smash Bros. sempre foram um desastre. Eu não sei se nesses 18 meses, com a quantidade ainda relativamente pequena de usuários, tivemos a prova de que tudo ocorrerá bem, então ainda nos resta a dúvida.

O próximo produto oferecido é algo que também está presente na concorrência a um tempo: Jogos “gratuitos”. Coloco entre aspas porque não tem nada de gratuito nisso. A solução da Nintendo aqui é oferecer 20 jogos de NES para seus assinantes, cada um com uma função online básica integrada. Enquanto isso, a Microsoft oferece, apenas neste mês de maio, Streets of Rage (um jogo retrô de Mega Drive), Vanquish (um jogo de Xbox 360) e a dupla Assassin’s Creed Syndicate / Phantom Pain (dois jogos da geração atual, de 2015). Eu não consigo deixar de ficar um pouco decepcionado pelo caminho que a Nintendo seguiu.

Não me entenda mal, eu adoro a geração 8-bits da Nintendo, inclusive meu console favorito da empresa é o Famicom (com o Disk System, melhor ainda). Mas temos que entender que estes são jogos que a empresa já colocou a venda, no mínimo, 5 vezes (contado os originais e os relançamentos no GBA, Wii, 3DS, Wii U e Classic Edition) durante um período de 35 anos. Inclusive quando ela quis pedir “desculpas” às pessoas que comparam o 3DS por preço cheio no lançamento, ela deu jogos de NES e GBA, talvez porque tenha achado que só os de Nintendinho não eram o suficiente.

Mas o que seria interessante ela oferecer? Bem, para começar os jogos de SNES que ela havia prometido antes do anúncio realizado nesta segunda-feira. Caso houvesse algum jogo de N64 seria ótimo também. Mas porque apenas jogos retrô? Porque não adicionar certos títulos que estão fora do radar ou até algum indie mais antigo? 1,2 Switch e Bomberman seriam opções excelentes! Afinal, não é isso que a concorrência faz? Sem contar que jogos de 35 anos atrás nem sequer contam no orçamento de U$ 20 anuais, então os esforços da Nintendo são realmente pequenos aqui.

A grande surpresa do anúncio de ontem foi a possibilidade de enviar saves para o servidor. Esta função está presente na PSN e na Live, sendo que nesta última o serviço é gratuito. Esta talvez seja a funcionalidade que mais me empolgou, mas ela só o fez porque, aparentemente, esta é a única forma de fazer backup de seus saves! Até os consoles da Sony, que cobra pelo serviço, permitem que façamos cópias de nossos saves pelo USB, mas o Switch não! É uma atitude um pouco forçada da Nintendo, a meu ver. Porém, divago. Não sabemos ainda como o upload vai funcionar, tendo em vista que o site da Nintendo não deixa claro que será algo disponível para todos os jogos.

E, por último, temos as “ofertas especiais”. Sério, quem é que vai cair nessa? Não sei vocês lembram, mas a Nintendo prometeu a mesma coisa no Wii U, onde quem comprasse a versão deluxe (preta, com 32 GB) do sistema ganharia descontos especiais em jogos. Sabe quantas vezes isso aconteceu? Nenhuma. E mesmo se acontecer desta vez, a palavra Nintendo + promoção nunca significa algo que mereça alguma atenção.

Errata: Como nosso leitor Vinicius Celestino bem nos lembrou, a promoção realmente existiu, mas só durou até final de 2014 e dava um crédito de U$ 5 para cada U$ 50 gastos na eShop.

 

Mas e aí, vale a pena assinar?

Pois é, até agora fiz minha análise sem levar em conta o preço que será de fato cobrado pelo serviço. Sim, são U$ 20 por ano, um terço do valor cobrado pelos seus concorrentes.

Os U$ 20 cobrados inclui jogar online, cloud saves e 20 jogos de NES. É um terço do que a Microsoft cobra por seu serviço, mas também oferece muito menos. Por U$ 60 a Live te dá uma seleção de jogos retail todo mês, incluindo grandes hits de um ou dois anos atrás, além de jogos retrô no mesmo estilo da Nintendo. A Microsoft não cobra por saves online, simplesmente porque o impacto disso no servidor é tão pequeno que nem sei como a dupla Nintendo/Sony tem coragem de cobrar seu assinantes.

A vantagem na oferta da concorrência é que ela diminui o quanto que você vai gastar com jogos ao longo da vida útil do console. Alguém que passe dois anos sendo assinante vai ganhar tantos jogos que o dinheiro investido em lançamentos com certeza vai diminuir. Não podemos dizer o mesmo do Switch, a não ser que você tenha comprado um apenas para jogar jogos de NES, mas duvido que seja o caso.

Algo interessante é que a Microsoft tem um serviço chamado Game Pass, que custa U$ 10 e te dá 100 (isso mesmo, cem!) jogos logo de cara. E não é qualquer jogo, a lista é composta por títulos de peso como Halo 5 e Gears of War 4, além de lançamentos, vários títulos de 360 e até mesmo do Xbox original. Se a Microsoft faz isso com U$ 10, o que impede a Nintendo de reservar U$ 5 ou até U$ 2 do valor da assinatura para algo mais substancial? No final, a Nintendo considera esses jogos como um pequeno “agrado”, um tipo de bonus, e não um produto integral do serviço. É uma jogada de marketing que infelizmente muitos fãs não estão enxergando!

Ok, vamos resumir então: Seremos cobrados U$ 20 (em torno de R$ 75) anualmente por um serviço que temos pouquíssimo conhecimento de sua estabilidade, realizado por uma empresa que até então tem um péssimo histórico no assunto, que nos obriga a usar um segundo aparelho para realizar funções básicas e onde os jogos oferecidos são tratados como “brinde”, algo tirado do baú para tentar dar mais valor ao tal produto.

No fim do dia, estamos pagando pelo que estamos recebendo: Um serviço que não é sequer ótimo, quem dirá excelente, em nenhum de seus recursos. Algo “barato” no pior sentido da palavra.

Ok resmungão, o que a Nintendo precisa fazer para valer a pena?

Primeiramente trazer atualizações básicas para o sistema do Switch e, enfim, ter uma certa paridade com os videogames pós 2005. Isso seria abolir os friend codes, introduzir chat por voz e mensagens no console, desenvolver alguma forma de backup de dados eficiente e gratuita (pode manter os cloud saves dentro dos U$ 20, caso isso aconteça) e, por fim, introduzir um sistema conquistas.

Depois, é necessário agregar valor ao serviço em si. Um gameplay online estável já vale metade do valor do cobrado. Não temos como mensurar esta performance no momento, mas quando Smash Bros. chegar ao Switch (provavelmente junto com o serviço online, em setembro) teremos uma ótima prova inicial de fogo. Depois disso, teremos que ver como os jogos das third parties vão se sair. Depois de 18 meses de beta, eu não aceito problemas generalizados em setembro.

Por fim, faça algo além do jogos de NES. Como disse antes, mesclar com jogos de outros console já seria meio caminho andado, e ofertar jogos de SNES e 64 não pesam no bolso da Nintendo. Se seguir este caminho, nem precisaria fazer parceria com desenvolvedoras para colocar seus jogos no acervo, mas título indies fora do radar seriam maravilhosos.

Mas há alguma vantagem neste modelo?

Sim. Basicamente tira dos usuários de Switch o peso de pagar um valor extra por algo que talvez não queiram usar, que neste caso seriam os jogos dados mensalmente. Esta estratégia seria ótima caso a empresa tivesse oferecido um serviço de assinatura para jogos de forma separada. Desta forma quem apenas quisesse o online e cloud saves pagaria por isso, e quem quisesse uma biblioteca rotativa de jogos virtuais pagaria separadamente ou exclusivamente.

No modelo atual, a empresa tentou fazer os dois num mesmo pacote, oferecendo um valor reduzido e que infelizmente não parece ser excelente em nenhum dos casos.

Mas a Nintendo tem algo a se preocupar?

Essa é a parte irônica de toda a discussão. Sejamos francos, ninguém vai deixar de pagar pelo serviço, simplesmente porque ninguém quer deixar de jogar online, sendo ele bom ou ruim. A Nintendo nos deu um pirulito e, enquanto saboreávamos, ela nos avisou lembrou que temos que pagar U$ 20. Um pirulito que talvez não vale isso tudo, mas que não queremos largar.

A Nintendo conseguiu o que queria: Depois de introduzir na cabeça de todo mundo um valor unitário sem muito contexto de sua qualidade/funcionalidade, mas que parece “barato” porque custa 1/3 do valor da concorrência, ela faz qualquer coisa (inclusive funções básicas que deveriam fazer parte do próprio sistema, como os Cloud Saves) parecer lucro. E realmente é mais barato que os demais, mas isso não significa que o valor cobrado corresponde a uma boa qualidade.

Concluindo

O conceito de caro ou barato é bem relativo. Um Renault Kwid e um Fiat Mobi são carros baratos, mas só temos esta idéia porque o restante do mercado custa o dobro ou o triplo de seus valores. No sentido prático, é difícil dizer se a qualidade deles justifica seu preço. Será que podemos falar o mesmo do serviço online do Switch? Talvez sim, talvez não, mas quem decide isso é realmente quem vai coçar os bolsos. O que você acha?

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wiiner
Amiibo
wiiner

Uma coisa que me veio a cabeça agora foi; a Nintendo tentará fazer desse serviço algo continuo como as concorrentes ou daqui a uma ou duas gerações descontinuará como fez com o Nintendo Wi-Fi Connection? uma vez que o serviço se chamará Nintendo “Switch” Online.

E outra pergunta para os amigos mais informados que eu, a Nintendo eShop continuará existindo dentro desse novo serviço ou será tudo totalmente novo?

Zain Zahir
Amiibo
Zain Zahir

Sinceramente, não sei o motivo da surpresa.

A decepção é clara, mas quem se diz entendido sobre Nintendo não deveria estar surpreso. Afinal estamos falando da empresa que quer inventar seus próprios passos e seguir suas próprias ideias, mesmo que isso possa resultar, no fim das contas, em fracasso comercial.

Foi assim com a decisão de manter cartuchos no N64, foi assim com a decisão de dar um modem no gamecube e nunca usá-lo (nessa época, ficou claro que a Nintendo não se importava com online, enquanto ps2 e xbox falavam em online, a cada E3 dos anos de vida do gamecube a Nintendo só falava de uma coisa: conectividade entre gameboy advanced). A Nintendo nunca quis entrar no mundo online, ela queria criar o seu próprio online: conectividade. Acha que estou exagerando? O gamecube veio com a funcionalidade de poder jogar Mario Kart com até 4 consoles conectados para 16 jogadores locais. Seria muito mais simples, viável e prático um modo online mesmo que exclusivo para double dash, do que juntar 4 amigos, cada um com um console e 4 controles cada e convidar mais 12 amiguinhos e jogar Mario Kart local para 16 pessoas.

Estamos falando da empresa que quando você diz “olha isso não funciona, isso não é assim”, ela simplesmente bate o pé e diz: “sei, mas vamos fazer do nosso jeito e ponto final”.

Sabe o que foi o virtual console no Wii? Não é porque a Nintendo queria que seus videogames tivessem retrocompatibilidade porque o ps2 tinha com o ps1 e o ps3 tinha com o ps2 ou porque o x360 tinha com o xbox original. Não, não! Não foi por isso. A Nintendo não liga para retrocompatibilidade. É porque o gamecube foi um fracaso e a Nintendo olha para seus clássicos como o cogumelo vermelho de Mario Kart, aquele cogumelo que você só usa em 2 ocasiões:

1- Quando você está atrás e precisa se recuperar;
2- Quando você está numa linha reta e percebe que é o melhor momento para impulsionar.

No Wii a Nintendo vinha de uma posição ruim com o gamecube, o Wii precisava vingar, então eles pensaram no cogumelo vermelho, seus jogos clássicos do passado.

O WiiU tinha um virtual console recheado porque o WiiU foi um fracasso e a Nintendo precisava recuperar. Com o WiiU é evidente que a Nintendo achava que tudo que tinha o nome “wii” ia vender, os controles de wii são compatíveis com o wiiU não foi atoa. O 3DS após o INsucesso inicial, a Nintendo comprou os primeiros clientes doando jogos clássicos como compensação. Sabe por quê? Ora, porque é o que jogos clássicos são para Nintendo, o cogumelo vermelho do Mario Kart, todos querem pegar o cogumelo vermelho, acredita a Nintendo.

A Nintendo não está interessada em virtual console, ela não está interessada em Online de verdade. Ela vai usar seus clássicos para impulsionar o seu serviço online para possivelmente evitar um fracasso. Se o Switch não tivesse batido o WiiU em um ano, é possível que hoje estaríamos falando de um virtual console. Mas como o Switch está sendo comparado com o Wii, eles não estão preocupados e vão usar seu cogumelo mais desejado para fazer o serviço online que eles não se importam, um meio para que ele não seja um fracasso.

Não importa que você, vocês ou eu, ou nós, estejamos aqui em fóruns dizendo que o serviço que eles estão oferecendo nós não estamos gostando. A Nintendo não vai ouvir isso, eles dizem “nós estamos ouvindo nossos fãs”, mas na verdade não estão, eles estão ouvindo o bolso dos seus fãs. Se vocês ficarem aqui dizendo que não gostaram desse serviço, mas no fim das contas pegarem seus cartões de créditos e pagarem por esse serviço, então a Nintendo vai dizer: estamos ouvindo nossos fãs e eles adoraram o que criamos.

Então, aprendam a se comunicar com a empresa que vocês gostam, não comprem esse serviço, se unam fãs da Nintendo, mostrem com seus bolsos que vocês não estão satisfeitos.

Mestre_Construtor
Amiibo
Mestre_Construtor

Cara, que feio. Copiou o malstrom na cara dura nessa sua comparação com o cogumelo do Mario kart. Pelo menos dá os devidos créditos :yay: :rofl:

MrTie
Amiibo
MrTie

Achei o valor bem justo. É menos da metade da concorrência.

MolanTpk
Amiibo
MolanTpk

Faltou mencionar outra coisa bem importante: 75 reais por ano pra jogar individualmente na sua conta. Agora, se você quer que sua esposa e seus filhotes também joguem online nas contas deles, você vai ter que desembolsar 135 reais pra isso ser possível. Fica literalmente mais caro que a PSN oferecendo muito menos.

Ricardo Syozi
Amiibo
Ricardo Syozi

Exatamente.

warfox
Amiibo
warfox

Ainda bem que Nintendo não vai na onda de conquistas em jogos, porque isso acaba deixando eles como descartáveis. Eu tenho platinas de jogos que nunca mais vou volta a jogar, platinei já era passo ele pra frente.

aikon
Amiibo
aikon

Muito bom o artigo!

Concordo com praticamente tudo, mas faltou mencionar o Family Membership, que se você e mais 7 amigos fizerem um grupo compartilhado, sai por menos de $5.00. Que é o meu caso, ja me juntei com 7 amigos e vamos fazer dessa forma.

SupaGatsu
Amiibo
SupaGatsu

Soh uma coisa… vc usou a palavra know-how… 8/10 dos filhotes que aqui entram nao sabem o q significa isso…

De resto otimo texto parabens… quanto ao que vc expos sobre nintendo dar jogos…eles sempre foram mega conservadores em relacao a precos de jogos imagina em dar “gratis”…

A Microsoft eh uma empresa 100% AMErican boy, a Sony eh JAPA mas com DNA american boy

Ja a nintendo? 100% arigato sayonara… isso por si ja explica muita coisa

Escroticeiloveyou
Visitante
Escroticeiloveyou

arigato giripó!!!

Mestre_Construtor
Amiibo
Mestre_Construtor

Cara, o que tem a ver se a pessoa sabe ou não o significado de uma palavra / expressão? Se não sabe o que significa, o google tá na aba ao lado.
Aproveita e aprende algo novo.

wiiner
Amiibo
wiiner

Seria hipocrisia minha reclamar de conexão online em sí, uma vez que os únicos jogos que joguei online mais de uma vez foram Pokémon X e Omega Ruby no 3DS e atualmente Monster Hunter World no PS4 com um amigo, também não reclamaria de funções multimídia no Switch e muito menos sistemas de conquistas, para mim o mais importante nesses “serviços” são os jogos, assinei a Plus por conta do custo benefício dos jogos oferecidos como citado no texto do Mohon(se tivesse Xbox seria mais bem investido ainda) em exatamente um ano de Plus já tenho mais de vinte jogos que “ganhei” através do serviço, me agradaria muito se a Nintendo desse um jogo de NES, um de SNES, um de N64, um de NGC e quem sabe um de Wii ou Game Boy, GBA e DS, mesmo que isso custasse mais que os 20 U$ anunciados.

Outra coisa que me preocupa é que desde que serviços online se popularizaram muitos jogos que antigamente tinham multiplayer local passaram ater apenas multiplayer online, espero que a Nintendo não parta para esse caminho.

Arus Mazak
Amiibo
Arus Mazak

Eu vou pagar pelos jogos clássicos. 20 dólares por ano pra ter 20 jogos de nes INICIAIS, como novos sendo adicionados depois (e talvez novas plataformas), pra mim já vale. Se fosse comprar separado, teria de pagar muito mais. Então assino o serviço de jogos clássicos e o online vai ser de graça pra mim

DongExpanded
Amiibo
DongExpanded

A Nintendo tem uma biblioteca de jogos incríveis em TODOS os seus consoles (talvez tirando o Virtual Boy :P) mas insiste em ser medíocre com os serviços online e de distribuição de jogos para assinantes. Honestamente, vou ter que pagar o plano familiar pois minha família joga Splatoon, Mario Kart (e, futuramente, Smash Bros.), mas não estou nem um pouco feliz com o que vou receber. Que vacilo, Nintendo.

Mestre_Construtor
Amiibo
Mestre_Construtor

Caramba! Nunca pensei que um texto me representaria tanto. Concordo com 100% de tudo o que li.

Ricardo Syozi
Amiibo
Ricardo Syozi

Excelente texto!
Faltou falar sobre o absurdo que é não poder usar o online com contas diferentes no MESMO CONSOLE!
Está de parabéns por ter coragem e dizer que o serviço parece medíocre na melhor das hipóteses.

Fernando_L
Amiibo
Fernando_L

Assina plano família por 35 dolares, divide com pelo menos um amigo e usa em mais de uma conta, vai sair por menos de 20 dólares, sem falar que vai puder jogar em consoles diferentes. Simples assim. Agora se n tivesse nem opção, aí seria uma reclamação plausível.

Agora o valor 1,6 dólares mensais, valor irrisório pra se estar nesse mimimi todo. Tu gasta isso em 10 minutos em qualquer lanchonete.

Ricardo Syozi
Amiibo
Ricardo Syozi

Prefiro não pagar.
Poderia custar 0,50 que pelo que estão oferecendo continuaria não valendo.

Ledig
Amiibo
Ledig

Desde a epoca do Wii, quando comecei a notar as diferenças dos serviços online dele pro Xbox360 e PS3, comecei a criticar os serviços da Nintendo.

Com toda a forma que anunciaram o WiiU, e os serviços online dele, achei que se igualaria ao Xbox360 e Ps3 finalmente, mas mal chegou perto.

Agora com o Switch, tivemos o retrocesso de ter os friend-codes de volta, e nenhuma melhoria em relação ao serviço do WiiU.

Felizmente, terá a assinatura familiar, ja juntei um grupo para dividirmos o valor e deixar bem baratinho a assinatura, pois pelo serviço da Nintendo, não vale estes 20$ de jeito nenhum. Mas o que esperar da mesma desenvolvedora que ainda vende New Super Mario Bros U de 2012 a 60$ cheios no eSho do WiiU até hoje? Que inicia e encerra serviços de forma inesperada (Swapnote, Miiverse, Miitomo, Nintendo Wi-fi Connection). Que tem uma dificuldade(?) enorme em implementar serviços basicos que só agregam ao console e ao jogador, como um sistema de chat decente, cloud saving, conquistas, compras atreladas a conta, etc?

Não é só um “são decisões da Nintendo blablabla”, são certos padrões de mercado, não é só que a Microsoft ou Sony faz, hoje qualquer console, celular, computador, relógio, tablet, geladeira, micro-ondas, bolinha de gude, tudo mantem informações salvas e seguras em nuvem, sendo sincronizadas com sua conta registrada por e-mail, sem uso de friend-codes ou qualquer maluquice.

Amigos meus enfrentam problemas de conexão constantes com o Splatoon 2, e considerando o histórico do desempenho online de Super Smash Bros, é no minimo esperado que a Nintendo mantenha o mesmo padrão ruim só que dessa vez cobrando da gente.

Acho que a melhor palavra pra descrever o “anuncio” do serviço online é: Broxante.
Ja cansei de NES NES NES NES que a Nintendo tanto enaltece, Super Mario Bros é bom, The Legend of Zelda é bom, mas 4 vezes em 4 consoles diferentes cansa, que tal oferecer jogos do próprio console para os clientes uma vez ou outra?

Nem vou falar sobre o My Nintendo pra não passar vergonha.

Shalnark
Amiibo
Shalnark

Concordo plenamente com o (excelente) texto. Para mim a única coisa boa do programa online da Nintendo até agora é o preço, mais nada.

Não sei se vou assinar o serviço ainda. Se o online do Smash novo for bom (algo proximo aos outros jogos de luta da geraçã e bem melhor que o online dos ultimos Smash) e tiver um Mario Kart novo, sem duvida irei. Caso contrário não vejo muitos jogos do Switch que me façam precisar jogar online pra se divertir hoje, e os que precisam na sua maioria já tem em outras plataformas.

O que mais me preocupa mesmo é a falta de backup de saves gratuito. Isso num sistema portátil, que é bem mais fácil de cair e danificar ou então ser roubado, é especialmente preocupante.

Fernando_L
Amiibo
Fernando_L

Comparações, sempre comparações. Esmola de jogos, a m$ acostumou esse povo a querer tudo de graça, que coisa chata. Toda hora é esse mimimi, ah pq tem nos outros, no meu tem que ter. A Nintendo é a diferente, se n gosta abandona ela é para de chorinho por causa de servicinho que nem é jogo.

Shalnark
Amiibo
Shalnark

Quem não chora não mama. Se você não reclamar, as coisas nunca melhoram e a Nintendo continuará sendo motivo de chacota no online frente a concorrência (e merecidamente).

Lembre-se que só temos hoje um console excelente como o Switch porque o mercado, os consumidores, rejeitaram o Wii U e mostraram pra Nintendo que ela precisa se esforçar mais se quiser conquistar o publico geral . O mesmo vale pro ótimo serviço que é a Live hoje, fruto puramente de feedback dos consumidores.

Fernando_L
Amiibo
Fernando_L

A questão n é deixar de reclamar, é ver que a Nintendo n é igual as outras. A Nintendo é uma empresa de jogos por natureza e a mais de um século permace assim, nada além de jogos, agora que está entrando nessa de parque de diversões. Mas é algo mais pra divulgar suas franquias. E por ser diferente ela n tem os mesmos luxos de puder dar seus jogos de mãos beijadas como essas outras empresas de tecnologia que começaram fazer jogos.

Ricardo Syozi
Amiibo
Ricardo Syozi

Crianças…

Ledig
Amiibo
Ledig

“para de chorinho por causa de servicinho que nem é jogo.”

Err, sei lá, pagar o serviço da Microsoft e ganhar 4 jogos bons todo mês, ou o gamepass e ter 100 jogos disponiveis para jogar… Eu diria que esses serviços agregam muito mais para alguem que gosta de vídeogames do que o serviço da Nintendo, não diria?

Nem é uma reclamação de recursos multimidia, como o Switch não ter rede social, não ter navegador web, não ter reprodutor de musica ou vídeo, ou outros recursos que a cocnorrencia fornece “a mais” que a Nintendo. Estamos falando de JOGOS, que é, digamos assim, a FUNÇÃO DO CONSOLE. Então querer um serviço que permita que tenhamos acessos a mais jogos (seja gratis ou promoções decentes), e que permita que joguemos os mesmos em multiplayer online com servidores decentes, é no minimo válido, não é?

Opa, quero dizer…

Se não gosta para de reclamar, para de jogar então

Fernando_L
Amiibo
Fernando_L

Mas pense: se por um lado a Nintendo n dar presentinhos como mega empresas como a m$ que trabalha com outras coisas além de jogos, o dinheiro que ela ganha vendendo os jogos que ela n dar, ela usa pra fazer novos e ótimos jogos. Eu n troco a biblioteca que pago na Nintendo pelos que a m$ dá nem aqui e nem na China. É nisso que falo, a Nintendo é diferente, ela n pode se dar ao luxo de estar entregando suas fontes de renda de mãos beijadas pq seria bom pra nós. A Nintendo é uma empresa exclusivamente de jogos, um passo errado, um prejuízo, vai fazer faltar, é essa falta significa menos jogos, não puder se arriscar como sempre faz. Sinceramente, prefiro uma Nintendo muquirana existindo e trazendo muitos jogos Firth, que uma Nintendo madre Tereza que dá tudo de graça e amanhã n existirá mais.

Ledig
Amiibo
Ledig

Pena que a Nintendo não é rica como a EA pra ter um serviço de assinatura que da acesso a mais jogos

MolanTpk
Amiibo
MolanTpk

Poxa, coitadinha da Nintendo, ela só é a empresa mais valiosa do Japão. Dona de royalties de todos os brinquedos de Mario, Pokémon e Zelda (até um chaveirinho na pqp do mundo dá lucro pra nintendo).

Vinicius Celestino
Amiibo
Vinicius Celestino

“Não sei vocês lembram, mas a Nintendo prometeu a mesma coisa no Wii U, onde quem comprasse a versão deluxe (preta, com 32 GB) do sistema ganharia descontos especiais em jogos. Sabe quantas vezes isso aconteceu? Nenhuma”
Até onde me lembro não eram descontos especiais e sim receber uma porcentagem paga do jogo da eShop de volta. Cheguei a pegar o DKC Tropical Freeze e as DLC do MK8 de graça! Se é a isso que se refere o texto, durou pelos 2 primeiros anos do console se não me engano. Quem não aproveitou é porque vacilou.

Fernando_L
Amiibo
Fernando_L

Durante o primeiro ano e segundo do wiiu, a cada 50 dólares gastos pra quem tinha Wiiu preto, ganhava 5 dólares de volta, e ainda tinha o clube Nintendo, que te dava moedas que podiam ser trocadas por jogos, inclusive peguei meu w101 trocando por moedas e o wind wake HD TB. Acho que o criador do artigo ficou com amnesia pq fez um texto enorme só pra criticar, sem falar nem das coisas que podem ser boas no serviço, como virtual console online e plano família pra 8 pessoas, onde se vc acha caro 20 dólares por ano, 1,6 dólar por mês, vc chama alguns amigos e divide o valor absurdo da assinatura, ironicamente falando.

Arus Mazak
Amiibo
Arus Mazak

“A Nintendo nos deu um pirulito e, enquanto saboreávamos, ela nos avisou que temos que pagar U$ 20”

Foi avisado do pagamento muito antes de começarmos a saborear o pirulito
o maior erro na Nintendo nesse sentido foi não ter cobrado desde o lançamento do Switch, agora as pessoas ficarão 18 meses jogando de graça pra pagar depois e achar que estão sendo enganadas mas que na verdade foram avisadas desde o anúncio do console

cvertigem
Amiibo
cvertigem

Teria sido melhor não cobrar pra jogar online…

Eu tô de boas aqui no muliplayer do meu DOOM, aí de repente vou ter que começar a pagar pra jogar online?
Poderia deixar de fora os jogos já lançados então…

Tudo bem que é barato, mas de graça é mais barato…