A casa de notícias para os fãs da Nintendo

Um Switch Mini faz sentido?

37

O Switch é um grande sucesso. Dados de maio deste ano apontam o console como tendo vendido 18 milhões de unidades e a Nintendo pretende vender mais 20 milhões durante este ano fiscal. Estes números estão de acordo com grandes sucesso da empresa como o Game Boy (Advance), (3)DS e o Wii. Justamente por isso há uma grande certeza de que, assim como estes sucessos citados, a empresa atualizará e expandirá a sua linha de hardware com novos modelos do Switch. A estratégia que ela seguirá, porém, permanece sendo debatida.

Desde antes de seu lançamento vem se falando sobre um possível modelo Mini do console. A idéia é ter um aparelho sem controles destacáveis (os famosos Joy-Con), com tela menor, sem (ou limitada) funcionalidade dock e preço reduzido, possivelmente custando U$ 199. À primeira vista, a idéia parece fazer sentido: Um aparelho mais barato que poderia, eventualmente, assumir o lugar do 3DS na estratégia de preço da companhia, além de apelar para um grupo de pessoas que não esteja interessada na funcionalidades relacionada à TV ou multiplayer tabletop.

Porém, do ponto de vista de marketing e negócios, este não é o melhor caminho. Abaixo estarei analisando estes pontos mais a fundo.

O que é o Switch?

É inegável que um dos grandes problemas com o Wii U desde seu lançamento fora justamente estabelecer a sua identidade e, especialmente, como transmitir esta identidade para seu público. A princípio muitas pessoas não sabiam diferenciar o Wii U do Wii, achando que o novo aparelho da Nintendo era apenas um acessório para o console original.

Este acessório era o Gamepad, a primeira coisa que diferenciava o Wii U do PS3/360, seus concorrentes na época. A segunda era ter sido lançado 7 anos depois. Sem o Gamepad atrelado ao marketing do console, o Wii U era apenas um console atrasado e ultrapassado, comprado apenas pelos fãs da Nintendo que queriam jogar os últimos jogos de suas franquias favoritas. Era difícil vender o Wii U para gamers por conta da suas falta de jogos multiplataformas e para as massas por conta da sua falta de inovação realmente útil.

O 3DS, lançado em 2011, é um ótimo exemplo disso. Quando lançado, a curiosidade com a tela 3D era grande. Com o tempo, essa curiosidade (assim como a da indústria de TVs) acabou e poucas pessoas continuaram usando. O 3D deixou de ser um fator de venda e passou a ser apenas um bonus, que inclusive assustava alguns pais que não queriam comprar o aparelho para seus filhos com medo que danificasse seus olhos. Foi com isso em mente que a Nintendo lançou o 2DS em 2013 e o New 2DS XL em 2017. Ela percebeu, desde de 2011, que o 3DS possuía outros fatores de venda. O marketing do console nunca foi comprometido e inclusive a empresa deixou de usar o 3D em propagandas e, pasme, até mesmo em jogos!

A proposta do Switch é a transição fluida entre modo portátil e televisivo, atingida pela flexibilidade que os Joy-Con trazem. A possibilidade de destacar os controles do aparelho, coloca-lo sobre a mesa e jogar uma partida de Street Fighter no intervalo do trabalho ou da aula é algo revolucionário. Jogar alguns minutos de Zelda no trem de volta para casa usando fones de ouvido e depois continuar na sua TV de 50” e home-theatre 5.1 nos dá uma liberdade que nosso estilo de vida atual praticamente requer que tenhamos.

É esta proposta única que fez a mim e tantos outros optar por comprar jogos como Street Fighter 30th Anniversary e Wolfenstein 2 no Switch, mesmo tendo um PS4/One ou PC. É esta proposta que me fez vender meu Breath of the Wild no Wii U e pegar no Switch. Eu posso continuar jogando em casa no conforto do meu sofá e na qualidade da minha TV, mas meu tempo de jogo praticamente triplica já que passo dez horas fora de casa todo dia. Inclusive esta liberdade é o centro de todo o marketing do console e é o que atrai a atenção das massas, o maior público que a Nintendo e seus concorrentes querem atingir.

Uma imagem da família 3DS sem o New 2DS XL.

Para quem seria o Switch Mini?

Agora me diga, para quem a Nintendo venderia um Switch Mini que não se interessa pelo modelo atual do console? O console custa U$ 299 e possui uma margem de lucro bem grande. Qual o sentido de oferecer um aparelho de U$199 com margem de lucro menor se não há público que compraria exclusivamente esta oferta? Para a Nintendo faria sentido apenas se ela obtivesse a mesma margem de lucro que o modelo maior, mas será que o investimento em P&D valeria este esforço?

Eu vou argumentar estas respostas por grupos.

Crianças: Sempre o mais comentado quando se fala de um modelo Mini do console. Discute-se que o valor reduzido chamaria a atenção dos pais dessas crianças. Aí eu te pergunto: Valor reduzido quando comparado ao que exatamente?

A Nintendo posiciona o Switch como um console de mesa que você pode levar para onde quiser. Levando em consideração que os pais já compram PS4 ou Xbox One para seus filhos, a diferença de preço para o Switch não seria grande. Na pior das hipóteses eles ainda podem levar em consideração que também estão comprando um portátil, o que torna o valor atrelado à oferta da Nintendo bem maior. É bom também lembrar que estes são os mesmos pais que compram iPad’s para seus filhos; Aparelho que custa, no mínimo, U$ 320.

Fãs da Nintendo: Estes compram qualquer coisa que a Nintendo colocar no mercado, sinceramente. Pouco menos de 14 milhões compraram o Wii U. Levando em consideração que a Nintendo pretende vender quase 40 milhões de consoles até metade do ano que vem, não acredito que até lá vá sobrar muitos fãs da empresa que não compraram seu Switch. Em especial quando estamos vendo a empresa trazer quase todas as suas franquias para a plataforma.

Público geral: Este é o público que mais se beneficia e se interessa pela liberdade que o Switch traz. Na verdade o console apenas chamou a atenção deste público por conta de suas funções inovadoras. Não consigo enxerga-los sequer comprando o modelo Mini em detrimento do modelo normal, quem dirá simplesmente deixando de comprar a oferta atual caso um modelo Mini nunca seja anunciado.

Um dos tantos conceitos do Switch Mini.

Monkey Business

Ambos estes motivos fazem sentido, mas nada fala mais alto que dinheiro, certo? Este é talvez o maior aliado do argumento contra um Switch Mini.

Você sabe porque a Nintendo se esforça tanto para posicionar o Switch como um console de mesa? A margem de lucro é bem maior. O modelo de negócios do 3DS foi vender seus jogos, considerados “mais simples”, por U$ 40, enquanto que jogos para consoles de mesa custam U$ 60, padrão do mercado.

A Nintendo sabia que depois do 3DS, que permitia jogos com escopo semelhante à sexta geração, um portátil teria que trazer um grande salto tecnológico e, junto dele, uma inflação no escopo e orçamento. Não seria difícil imaginar que jogos como Zelda Breath of the Wild e Xenoblade 2 estivessem alinhados com as expectativas deste aparelho, mas continuar vendendo estes jogos a U$ 40 seria um tiro no pé.

Porém, vender jogos de baixo orçamento como Kirby Star Allies, Mario Tennis Aces, Splatoon 2 e Mario + Rabbids a U$ 60 é uma mina de ouro para a empresa! Com isso ela pôde diminuir um pouco a previsão de vendas e, desta forma, desenvolver mais jogos simultaneamente e melhor abastecer o mercado. Isso, aliado ao fato de que suas divisões de jogos portáteis foram fundidas às de jogos para consoles de mesa, completa o sonho da Nintendo: Desenvolver mais e vender o resultado de todo o seu trabalho a preço cheio!

Simplesmente não está nos planos da Nintendo colocar um aparelho apenas portátil no mercado onde todos os seus system sellers custam o preço de um jogo de PS4 (e, em breve, de PS5). Seria muito difícil de justificar sua venda para o usuário final e mais ainda para os pais que estejam procurando um presente para seus filhos e já são acostumados com o valor de U$ 40. Afinal, o Switch é o único console no mercado onde um jogo como Octopath Traveler pode se dar o luxo de ser vendido por U$ 60 (e ser um sucesso!).

Mas qual é o caminho, então?

No fim, o maior atrativo da proposta do Switch Mini para nós, consumidores, é justamente o seu preço reduzido. Então porque precisamos estar atrelado ao redesign? Por que não lançar um modelo com maior armazenamento (talvez 128GB), melhor bateria e Wi-Fi mais potente pelos mesmos U$ 299 atuais e, com isso, diminuir o preço do modelo original para U$ 199. Uma estratégia como esta permitira que a empresa mantivesse um ciclo de atualizações anuais ao mesmo tempo que não precisaria reformular o projeto inteiro do produto. Sem considerar que seira bem mais fácil de posicionar o novo modelo no mercado.

O que eu explico neste artigo não é a verdade absoluta de nada e eu gostaria que você também dessem sua opinião. Porém, para satisfazer a minha curiosidade, gostaria que respondessem as seguintes perguntas enquanto isso:

Se você ainda não tem um Switch, teria interesse num modelo Mini?

Caso a resposta seja sim, responda o seguinte:

a. Você só compraria exclusivamente o modelo Mini? Se ele nunca fosse lançado, você compraria o modelo atual?

b. O que mais te atrai na proposta do mini, o preço ou o tamanho (considerando que ele teria o tamanho similar a um 3DS XL/PS Vita)?

Deixe um comentário

37 Comentários em "Um Switch Mini faz sentido?"

Ser notificado por
Yagami Sama
Amiibo

Eu ainda penso que é bem possível daqui um ano ou dois a Nintendo lançar um Switch que seja só “portátil”. Na verdade eu penso que seria uma boa ideia ela investir em uma experiencia “premium”, estilo o que a Sony e a Microsoft fizeram com o PS4 Pro e o X-Box One X . Há muitas opções disponíveis, um Switch “Handheld only” e um “Home console only”, não me soa mal, um seria mas barato que o outro e um poderia ter um hardware melhor sem ter de sacrificar performance,por causa da portabilidade.

Lelo Galdino
Redator

Eu acho que o que a Nintendo podia fazer para redução de preço ela já fez, ao menos no Japão, que é dar a escolha ao jogador de comprar o modelo sem a dock, cabendo ao jogador a decisão de comprá-la futuramente ou não.

wiiner
Amiibo

Tentando olhar a situação do Switch pelo angulo de vista dos acionistas, me vem a pergunta, será (que para eles) existe a necessidade de tal redução de preço? Até o ano passado a procura pelo Switch era maior que a produção do próprio, então será que eles veem necessidade de cortar a margem de lucro no momento? think think think

Escroticeiloveyou
Amiibo

Infelizmente, não tenho lá muitas esperanças ou expectativas dum Swite Lite ou Troca PRO… Vou continuar torcendo de longe sem participar da festa.

Escroticeiloveyou
Amiibo
a. Você só compraria exclusivamente o modelo Mini? Se ele nunca fosse lançado, você compraria o modelo atual? R: Atualmente não. A biblioteca é o que importa em qualquer console e em qualquer geração e, no momento, a biblioteca do Troca não me desperta interesse. Provavelmente não comprarei não, mesmo eu torcendo pela saúde da BigN. E detesto a hibridez fodendo a portabilidade e potencia do console. Uma versão PRO only caseira e uma only portátil de bolso me deixariam REALMENTE interessado. b. O que mais te atrai na proposta do mini, o preço ou o tamanho (considerando que ele… Ler mais »
Lastdragon
Amiibo

Não creio num Switch Mini, pois ele é o que é e ponto! Não dá pra tirar sua função hibrida, mas dá para baratear a versão atual e lançar uma versão “Pro” num futuro com mais poder como os consoles concorrentes fizeram, com mais processamento, memória e espaço. Porém, a Nintendo adora atualizar seus consoles, sejam em versões mais compactas, seja em melhorias ou atendendo a nichos, como o Wii Mini, SNES Slim, DS Lite, GameBoy Micro, 2DS, Game Boy color.

Mestre_Construtor
Amiibo

Também não vejo muitos atrativos no Switch mini. Só compraria um outro modelo se ele tivesse um maior aproveitamento de tela (tirando aquelas bordas pretas) e/ou mais memória.
Acho que uma revisão na dock seria uma boa tbm. Eu gostaria de ter uma dock mais “portátil”.

Outro argumento contra um Switch sem controles destacáveis é que atualmente, o Switch é o único portátil com multiplayer local usando um único console. E a flexibilidade que o joycon te dá é ótima.

Nebel Spieluhr
Amiibo

Eu sempre quis pegar um WiiU, esse ano como estava como PS3 e PS4 acabei trocando meu PS3 no WiiU e estou mto satisfeito.
Não vejo pq a Nintendo investir para complicar seu modelo de negócios que ficou bem simples e claro com Switch.
O console é super compacto, considerando o tamanho da tela, um modelo menor sem função híbrido poderia agradar um grupo de jogadores, mas duvido que esse número seja relevante para a Nintendo lançar o dispositivo, e duvido que esse mesmo grupo não acabaria comprando o modelo atual.

Zain Zahir
Amiibo
Acho engraçado falar do Switch começando com a pergunta “o que é o Switch?” e a primeira coisa que fala é sobre o WiiU. Não vejo necessidade de ter que explicar Switch falando do WiiU, mas parece que editores e escritores de sites de games têm dificuldades de disassociar o Switch do WiiU e não conseguem definir o console sem mencionar o anterior. Incluindo, claro, as proesas do antecessor como resultados e consequência do sucessor como óbvias. Um exercício legal para evitar isso é: tente explicar o Switch para alguém que não acompanha videogames e nem sabe que o WiiU… Ler mais »
Mestre_Construtor
Amiibo

Cara, uma das formas de se afirmar a identidade de alguma coisa/produto é negando o que ele não é. Não tem problema algum mencionar o Wii U.

Zain Zahir
Amiibo
Você se confunde grandemente. A pior forma de falar sobre o que uma coisa é começa justamente falando sobre o que ela não é. Exemplo (simples para fins de entendimento): O que é o Sol? O Sol não é a Lua. Dá pra notar que tal afirmação, no exemplo acima, apontando e negando uma coisa que ela não é , não fala nada sobre o que o Sol realmente é. Agora experimenta fazer isso com algo que é desconhecido pra ver se alguém vai entender. Já quando se tenta explicar algo falando ou comparando sobre outro similar (mas não negando… Ler mais »
Mestre_Construtor
Amiibo

Cara, esse título “O que é o Switch?” está remetendo a questão que todos fizeram na época do WiiU. Não é uma pergunta pra ser respondida. Tendo um pouco de mente aberta para interpretar o texto, você chega a essa conclusão. O Switch não teve os problemas de marketing do WiiU e talvez, um novo produto pode mais atrapalhar do que ajudar.
E outra. aqui é um site sobre Nintendo. Todo mundo aqui sabe o que é o Wii U. Pra quê apagar o passado?

Zain Zahir
Amiibo
Você fala em interpretar o texto e fico pensando, que texto é esse que você fala que interpretou. Me diga, como você interpreta o que o autor do texto disse a seguinte frase: “”A idéia era discutir sobre as possíveis barreiras em realizar o marketing de um produto com problemas de IDENTIDADE, e o melhor exemplo para isso era começar falando de um que teve O MESMO problema: O Wii U.””” Essas palavras são do próprio autor do texto sobre o próprio texto dele e que ele negou em sua última resposta pra mim, ele disse que nunca afirmou que… Ler mais »
Mestre_Construtor
Amiibo

puta cara chato.

Zain Zahir
Amiibo

Uau, fiquei impressionado com sua capacidade interpretativa e sua pré-disposição para o dialogo. Obrigado pelo seu tempo.

Zain Zahir
Amiibo
Você nunca afirmou que o Switch teve problema de identidade? Então RELEIA você o que você mesmo escreveu, vou copiar e colar e me diz agora que tu nunca afirmou isso: VOCÊ disse: “”A idéia era discutir sobre as possíveis barreiras em realizar o marketing de um produto com problemas de IDENTIDADE, e o melhor exemplo para isso era começar falando de um que teve O MESMO problema: O Wii U.””” Diz agora que tu nunca falou isso? Quem é esse que tu se refere como “o mesmo problema”, vai dizer que não tava falando do Switch? É um escapista… Ler mais »
Lelo Galdino
Redator

O seu exemplo Zain é muito simples e nesse exemplo, de fato, dizer que o sol não é a lua realmente não agrega informação nenhuma. Mas se formos para a ciência, um exemplo do uso dessa técnica de se afirmar o que não é, para depois afirmar o que é, é usada extensivamente por Durkheim para afastar todas as prenoções que existem em torno do objeto de estudo, justificando os porquês dessas noções não definirem aquele objeto de estudo.

E funciona viu, os textos do Durkheim são bastante claros.

Zain Zahir
Amiibo
Sim funciona, e o texto acima é um texto científico? Acho que não, né? Eu lembro de você, você é o cara que quando eu fui dizer que se faz abreviações de uma expressão, na primeira vez se escreve a expressão por inteiro e então coloca a palavra abreviada, indicando que a partir dali ela seria abreviada. Exemplo: Nintendo Switch (NS). Falei de boa e apenas para seu texto ficar mais organizado. E você me respondeu dizendo que era óbvio e por isso não usou, que o seu texto não era nenhum artigo científico que necessitava das regras da ABNT,… Ler mais »
Thistom
Amiibo

Muito bom o Artigo.

Shalnark
Amiibo
Ótimo artigo, embora tentar entender a cabeça da Nintendo seja uma das coisas mais dificeis que existem. Você pode dar mil motivos do porquê tal coisa faria mais sentido, mas isso não quer dizer que a Nintendo não fará o contrário. Agora um fator importante que acho que valeria ser considerado é a portabilidade. Muitos falam que um Switch mini seria bem vindo porque seria menor, e logo mais fácil de transportar por aí (como o 3DS era, em especial antes do XL). Claro que pra quem anda com mochilas grandes o dia todo não faz diferença, mas isso não… Ler mais »
wiiner
Amiibo

Acho que um Switch Mini faria sim sentido, tem muita gente que gostaria que o modelo atual fosse (ainda mais) protrátil, a redução de valor do console seria um bônus para essas pessoas, para a Nintendo e as thirdies os jogos continuariam sendo lançados à 60$.

Mas eu prefiro o modelo atual(hibrido), no ponto de vista dos consumidores teríamos opções que se alinham melhor aos seus gostos pessoais.

ctemplarios
Amiibo

Tem que fazer uma linha Premium para poder receber ports de franquias importantes.

Shalnark
Amiibo
O problema maior de uma linha Premium (isto é, um Switch Pro ou X da vida) fora o custo que seria bem alto é a bateria. Mesmo aumentando ela (e assim provavelmente perdendo o ótimo design atual do Switch), os jogos iriam durar muito pouco no modo portátil, o que meio que mata a proposta do console. Agora uma maneira de fazer o boost dos jogos no modo dock ser maior (muuuuito maior) que o atual seria mesmo ótimo. Mas um Switch Premium com jogos exclusivos pra ele iria sim causar muita publicidade negativa pra Nintendo. A Sony e MS… Ler mais »
ctemplarios
Amiibo

Você acredita que a vida do Switch será de quantos anos? Fico a me perguntar se não acabaremos com um console de jogos indie e de grandes jogos Nintendo assim como foi o WIIU. Os jogos estão a cada dia exigindo mais, mesmo sem entregarem perfeição, até quando conseguiremos jogos como Wolfenstein?

IncrivelSer
Amiibo

A. Sim, só compraria o modelo mini. Gosto de portáteis e estou cagando pro dock. Só compraria o modelo atual se o preço caísse muito.

B.Os 2.